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A Zona Leste não é mais esquecida: com Lula e Haddad, o futuro começa na periferia

13 de July de 2026

Enquanto a direita trata a Zona Leste como depósito de mão de obra barata — lugar para dormir, acordar antes do sol e atravessar a cidade para servir aos ricos — Lula e Haddad têm um plano ousado: transformar a periferia em centro de oportunidades, dignidade e poder popular.

A parceria que mudou o Brasil e São Paulo está de volta. Lula no Planalto, Haddad no governo do estado. E a Zona Leste — a região mais populosa e mais abandonada da capital — finalmente vai receber o que sempre foi negado: investimento público de verdade, feito com dinheiro do povo e para o povo.

Não é promessa vazia. É projeto. É compromisso. É história.

Haddad: emprego, mobilidade e o fim da cidade dormitório

A Zona Leste tem a maior população e o menor número de empregos de São Paulo. O trabalhador acorda às 4h da manhã, pega três conduções e chega exausto no Centro, na Zona Sul ou na Zona Oeste — onde a elite mora e trabalha. Haddad quer virar essa lógica do avesso.

Sua grande aposta é o Arco do Futuro, um projeto que vai ligar as Marginais até a Avenida Jacu-Pêssego, criando uma nova centralidade na Zona Leste. Mas não é sobre asfalto. É sobre levar o emprego para perto de quem mora. Para isso, ele já sancionou a lei que zera o IPTU por 20 anos e reduz o ISS para empresas de tecnologia, serviços e educação que se instalarem na região.

"É a região de São Paulo com mais moradores e menos empregos, então nós temos que trazer emprego pra cá", declarou Haddad.

Além disso, sua promessa antiga — e agora mais urgente do que nunca — é estender o monotrilho da Linha 15-Prata até Cidade Tiradentes, atendendo a uma demanda de décadas da população. E, no entorno das estações da CPTM, criar centros administrativos estaduais para descentralizar o trabalho e gerar renda onde o povo vive.

Menos tempo no ônibus. Mais tempo em casa. Mais dignidade.

Lula: saúde, educação e moradia com dinheiro público, não com esmola

Enquanto Haddad atua no estadual, Lula chega com a força do governo federal — e com a maior carteira de investimentos sociais da história do país.

Na saúde, a Zona Leste vai ganhar novos equipamentos de radioterapia de última geração no Hospital Santa Marcelina, além de ações do programa Agora Tem Especialistas, que vai acelerar exames e cirurgias para quem sempre esperou anos na fila do SUS. Porque saúde não é mercadoria — é direito.

Na educação, Lula já lançou a pedra fundamental do Campus Zona Leste da Unifesp, em Itaquera — terreno doado por Haddad quando era prefeito. Serão quatro cursos de graduação: Arquitetura, Administração Pública, Engenharia Civil e Engenharia Ambiental, beneficiando até 2.760 novos estudantes. E o IFSP Cidade Tiradentes, com investimento de mais de R$ 20 milhões, vai atender 1.400 jovens da periferia.

"Nós queremos que cada criança, cada adolescente tenha a oportunidade de ter mais estudo do que seus pais", disse Lula. Palavra de quem tirou o Brasil do mapa da fome e colocou o pobre no orçamento.

Na moradia, o Minha Casa Minha Vida está de volta com força total. Lula assinou ordens de serviço para novas unidades na Zona Leste — incluindo a ocupação Copa do Povo, que aguardava regularização há anos. R$ 200 bilhões é o maior investimento em habitação popular da história. Porque moradia não é privilégio: é direito de quem rala.

A parceria que a elite teme

Lula e Haddad juntos incomodam. Incomodam porque mostram que é possível governar com o povo, não contra ele. Incomodam porque investem em saúde pública enquanto a direita quer privatizar. Incomodam porque ampliam universidades federais enquanto a elite defende o ensino pago. Incomodam porque constroem moradia popular enquanto os especuladores querem expulsar os pobres da cidade.

Enquanto a direita promete e some, Lula e Haddad prometem e entregam. Enquanto uns tratam a periferia como problema, eles tratam como prioridade.

Com Lula no Planalto e Haddad no governo de São Paulo, a Zona Leste não é mais esquecida. É protagonista.

O futuro começa agora. Com o povo. Com Lula. Com Haddad.

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