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Por que Lula e Haddad na Zona Leste? Porque é onde o povo mora — e é lá que o Estado precisa chegar.

13 de July de 2026

Lula e Haddad têm história, compromisso e resultados. E vão fazer ainda mais pela Zona Leste de São Paulo.

Enquanto outros políticos só aparecem na periferia em ano de eleição, de carro fechado e com seguranças, Lula e Fernando Haddad fazem questão de estar onde o povo está — de pé, no meio da multidão, ouvindo quem realmente importa.

Em setembro de 2022, eles caminharam juntos pelo bairro de São Mateus, na Zona Leste. Lula já tinha lotado a Praça Brasil, em Itaquera, para pedir votos para Haddad e para o time do Brasil da Esperança. O presidente disse na ocasião: "Há 42 anos que venho na Zona Leste fazer debates com o povo na Cohab I e II. Me sinto em casa aqui."

E não é à toa. A Zona Leste é a região mais populosa da capital paulista — e também a que tem menos empregos. É onde o trabalhador acorda antes do sol, pega três conduções para chegar ao centro e volta tarde da noite, exausto, para casa. É onde o jovem sonha com uma faculdade, mas não tem dinheiro para a passagem. É onde a família luta por um teto digno.

Mobilidade: menos tempo no ônibus, mais tempo em casa

Haddad sabe que o trabalhador da Zona Leste perde horas preciosas da sua vida dentro de um ônibus ou trem lotado. Por isso, uma de suas principais bandeiras é a expansão do monotrilho até a Cidade Tiradentes — uma promessa antiga que nunca saiu do papel.

"É importante a extensão do monotrilho, que foi prometido chegar em Cidade Tiradentes há muito tempo e ainda está um pouquinho longe", declarou o petista.

Mas não é só sobre transporte. É sobre levar o emprego para perto de quem mora. Haddad propôs criar centros administrativos estaduais no entorno da Estação Dom Bosco da CPTM, transformando a região em um polo comercial e de serviços.

"É a região de São Paulo com mais moradores e menos empregos, então nós temos que trazer emprego pra cá", afirmou.

Educação: o conhecimento chegando onde sempre foi negado

Em julho de 2024, o presidente Lula esteve novamente na Zona Leste para lançar a pedra fundamental de dois campi: o Campus Cidade Tiradentes do Instituto Federal de São Paulo (IFSP) e o Campus Zona Leste da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

O novo campus do IFSP receberá um investimento de mais de R$ 20 milhões do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e terá capacidade para atender 1.400 estudantes.

"Esse é um dia muito esperado por mim, porque eu sei o quanto vocês se organizaram e brigaram para ter um campus do IFSP na zona leste", discursou Lula.

O presidente reforçou: "Nós queremos que cada criança, cada adolescente tenha a oportunidade de ter mais estudo do que seus pais, para assim ajudar a cuidar da família".

E assumiu um compromisso: voltar à Zona Leste para a inauguração do novo campus ainda neste mandato.

Moradia e saúde: dignidade que se vê na prática

No campo da habitação, o programa Minha Casa, Minha Vida tem impulsionado a Zona Leste como um novo polo de moradia digna. E na saúde, foi na gestão Haddad que a Zona Leste ganhou sua primeira UPA 24h, com homenagem ao craque Sócrates — um reconhecimento à cultura popular que sempre foi marginalizada.

A parceria que não para

Enquanto a direita trata a periferia como problema, Lula e Haddad tratam como prioridade. Enquanto uns prometem e esquecem, eles entregam. Enquanto uns privatizam e abandonam, eles investem e constroem.

Lula no Planalto, Haddad na Fazenda — e a Zona Leste no coração do governo.

Com Lula e Haddad, a Zona Leste não é mais esquecida. É protagonista.

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