Lula mudou a vida do povo brasileiro. Haddad transformou São Paulo. E essa parceria continua — mais forte do que nunca.
Enquanto alguns governantes governam para os amigos, para o mercado e para si mesmos, o presidente Lula e o ministro Fernando Haddad provaram que é possível fazer política com o pé no chão e o coração no povo. Cada um na sua trincheira, mas com o mesmo objetivo: devolver dignidade a quem sempre foi esquecido.
Lula: o presidente que colocou o trabalhador no centro
Enquanto a direita prega o Estado mínimo, a austeridade e a lógica cruel de que o mercado resolve tudo, o presidente Lula governa com uma convicção inabalável: o Estado existe para proteger os mais fracos, e a riqueza deste país precisa ser distribuída, não concentrada no topo.
A política de esquerda não trata a pobreza como caso de polícia — trata como caso de política pública. E Lula prova isso todos os dias.
O Bolsa Família voltou mais forte, com valor mínimo de R$ 600, com adicional de R$ 150 por criança de 0 a 6 anos, beneficiando 21,1 milhões de famílias. Mas a esquerda sabe que isso não é esmola: é renda básica, é o reconhecimento de que ninguém sobrevive sem dinheiro para comer enquanto banqueiros e rentistas nadam em fortunas.
É sobre isentar de Imposto de Renda 20 milhões de brasileiros — e avançar para a isenção de quem ganha até R$ 5 mil — e isso não é coincidência: é resultado de um governo que coloca o salário do trabalhador acima do lucro do acionista.
A valorização real do salário mínimo, abandonada na gestão anterior, voltou com força total. Isso significa injetar bilhões na economia popular, porque a esquerda acredita que o povo deve viver do fruto do seu trabalho, não das migalhas que caem da mesa dos ricos.
O Crédito do Trabalhador, com juros baixos, já tirou 450 mil famílias das garras dos agiotas e do endividamento bancário. O Desenrola Brasil renegociou R$ 53 bilhões em dívidas de 15 milhões de pessoas, livrando a classe trabalhadora do sufoco financeiro imposto pela crise econômica herdada do governo anterior.
E enquanto a oposição neoliberal gritava contra o gasto público, Lula anunciou R$ 39 bilhões de investimentos na saúde, educação, saneamento básico, mais R$ 28 bilhões para construir UBS, creches e escolas, e R$ 11 bilhões do Novo PAC. É o dinheiro público voltando para quem sempre pagou a conta: a classe trabalhadora.
Resultado? O Brasil voltou ao top 10 das maiores economias do mundo. Mas esse crescimento, sob a lógica de esquerda, não serve para engordar os lucros das multinacionais. Serve para distribuir renda, gerar emprego e colocar comida na mesa de quem rala o mês inteiro.
Lula não governa para a Faria Lima. Não governa para o agronegócio explorador. Governa para a dona de casa da periferia, para o jovem preto que busca o primeiro emprego, para o operário que acorda antes do sol e pega três conduções para chegar ao trabalho. São esses — e não os bilionários — que sempre foram invisíveis para o Estado. E são esses que a política de esquerda coloca, finalmente, no centro de tudo.
Haddad: o prefeito que virou São Paulo do avesso
E enquanto Lula reconstruía o país, Fernando Haddad — seu herdeiro político e hoje ministro da Fazenda — reconstruía São Paulo.
Entre 2013 e 2016, Haddad fez o que ninguém tinha coragem de fazer. Pegou a maior cidade do país e colocou o pobre no centro do planejamento.
Educação? Quase 100 mil novas vagas em creches e pré-escolas. 459 novas unidades de educação infantil. E a UniCEU, que levou ensino superior gratuito para as periferias, beneficiando quase 9 mil pessoas com 327 cursos.
Saúde? A Rede Hora Certa com 35 unidades para exames e cirurgias. Três novos hospitais na periferia — Jabaquara, Parelheiros e Brasilândia. UPA 24 horas onde antes só tinha descaso.
Mobilidade? Bilhete Único Mensal, passe livre para estudantes, ônibus 24 horas. 423 km de faixas exclusivas para ônibus, 394 km de vias cicláveis. E a coragem de reduzir a velocidade nas marginais — medida criticada pela elite, mas que salvou vidas: a queda histórica no número de mortes no trânsito.
Iluminação? 120 mil pontos de LED, levando luz onde antes só havia escuridão.
Mulheres? Criou a primeira Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres. LGBT? Criou o Transcidadania, referência mundial.
Haddad não governou para o centro expandido. Governou para a periferia. Para quem sempre foi tratado como invisível.
A parceria que não acabou
Lula e Haddad sempre estiveram juntos. Na Educação, Haddad foi o ministro que revolucionou o ensino com o ProUni e a expansão do Enem. Na Prefeitura, Haddad aplicou em São Paulo a mesma lógica de Lula: incluir, cuidar, transformar. Agora, como ministro da Fazenda, Haddad ajuda a conduzir a economia que Lula reconstruiu.
Grande parte dos investimentos em São Paulo conta com recursos federais. Quando há parceria, há avanço.
A dupla que tirou o Brasil do mapa da fome, que deu vez e voz aos pobres, que mostrou que país desenvolvido não é o que tem mais ricos — é o que tem menos miseráveis — segue junta. Lula no Planalto. Haddad na Fazenda. E o povo, finalmente, no lugar que sempre deveria estar: em primeiro lugar.
Com Lula e Haddad, o Brasil voltou. E não vai parar.