Enquanto a elite se esconde atrás de muros e portões eletrônicos, o deputado federal Jilmar Tatto (PT-SP) foi onde o povo está: nas ruas, nas periferias, nas comunidades que o poder público abandonou por décadas.
Acompanhado do ex-vereador Manoel Del Rio e de lideranças da Frente de Luta por Moradia (FLM), Tatto percorreu Heliópolis e Jabaquara, na Zona Sul; Guaianases e Jardim Ipanema, na Zona Leste; além de caminhadas no Centro e em Santana, na Zona Norte. Reencontrou grandes lideranças comunitárias — e conheceu novas — para dialogar sobre os projetos do governo Lula na área da habitação e da regularização fundiária.
Porque moradia não é mercadoria. É direito.
E não é só sobre tijolo e cimento. É sobre dignidade. É sobre a mãe que não precisa mais criar os filhos num cômodo alugado por um salário mínimo. É sobre a família que finalmente pode dizer: "isso aqui é meu".
O povo também tem direito à arte
Mas o deputado não foi a Santana só para falar de política. Foi também para celebrar a cultura popular. No Sesc Santana, ao lado de Manoel e da "mulherada da FLM", Tatto assistiu ao espetáculo Saudade, do grupo Os Geraldos.
Uma peça que transforma memórias, afetos e perdas em uma fábula poética sobre pertencimento e resistência. Inspirada no conto "Pinguinho", de Viriato Correia, e na estética de Portinari, a montagem emociona o público ao abordar a infância e o luto de forma lúdica e sensível.
Porque cultura também é direito. E o povo da periferia não vive só de luta — vive de sonho, de arte, de saudade e de esperança.
O governo que voltou para quem precisa
Enquanto o governo anterior tratava o pobre como invisível, Lula trouxe de volta o que sempre foi sua marca: política social de verdade.
Só em 2026, o governo federal já executou R$ 94 milhões em crédito habitacional para famílias quilombolas, com projeção de superar R$ 113 milhões até o fim do ano. O programa Minha Casa, Minha Vida recebeu R$ 20 bilhões extras, elevando o orçamento total para moradia a R$ 200 bilhões — o maior investimento da história. E a regularização fundiária passou a integrar o programa, beneficiando famílias de baixa renda que vivem em áreas urbanas irregulares.
É o Estado voltando a cumprir seu papel. É o povo voltando a ser sujeito, não objeto.
A luta continua
Tatto sabe que não se resolve décadas de abandono com um mandato. Por isso, segue nas ruas, ouvindo, aprendendo, construindo. Ao lado de Lula, do PT e dos movimentos populares, ele tem mostrado que é possível fazer política de outra forma — com o pé no chão e o coração no povo.
"Com o governo Lula e o PT, o povo tem mais cultura e moradia digna".
Não é promessa. É fato. E quem duvidar, que vá a Heliópolis, Guaianases ou Santana perguntar para as lideranças comunitárias. Elas sabem: o governo que virou as costas para a periferia ficou para trás. O futuro é de quem constrói, de quem luta, de quem acredita que dignidade não se negocia — se conquista.
E a luta por moradia e cultura continua. Firme. Nas ruas. Com o povo.